Tecnologia

Noticias sobre tecnologia..

Jogos

Noticias sobre jogos..

Cinema

Noticias sobre cinema..

Esportes

Noticias sobre esportes..

Leitura

Noticias sobre livros e muito mais..

domingo, 10 de agosto de 2014

Aneel prevê queda na demanda por energia para os próximos anos

Com a diminuição da projeção de crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) até 2018, de 4,4% para 3,5%, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) revisou hoje, para baixo, o aporte a ser investido na expansão do sistema. "Menos crescimento econômico significa também menos crescimento na demanda por energia", justifica o diretor da Aneel Reive Barros dos Santos.
A primeira Revisão Quadrimestral da Carga para o Planejamento Anual da Operação Energética 2014-2018 projetava, para 2014, demanda de 65.917 megawatts (MW) médios no país. A segunda revisão, no entanto, estimou para o período, demanda de 64.710 MW médios, que representa 1.207 MW médios a menos do que a projeção anterior.
A estimativa da Aneel reduziu também as projeções de demanda do setor para os próximos quatro anos. Para 2015 a queda projetada será 1.648 MW médios; em 2016, 1.655 MW médios; em 2017, queda de 1.545 MW médios; e em 2018, 1.496 MW médios. "Isso equivale a praticamente uma Usina Hidrelétrica Santo Antônio a cada ano", disse o diretor da Aneel após participar de uma reunião extraordinária da agência.
Segundo Barros dos Santos, o recuo dessas projeções resulta em queda da necessidade de investimento em expansão. Impactará também na redução de despesas das distribuidoras, em consequência da queda no valor do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) já na próxima semana. O PLD é definido com base no Custo Marginal de Operação (CMO), que é o custo de expansão. Ao final, o custo de expansão deve ser reduzido em R$160 por MWh em agosto.
A decisão da diretoria da Aneel será publicada ainda hoje, em edição especial do Diário Oficial da União, informou Reive Barros dos Santos.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Coaching: novas perspectivas e garantia de êxito organizacional

Nas últimas décadas o processo de coaching tem ganhado notoriedade por desenvolver técnicas altamente eficazes no aprimoramento de competências e habilidades em indivíduos que buscam potencializar sua performance pessoal e profissional.
O processo, que gera resultados transformadores e duradouros, tem se destacado ainda mais no mundo corporativo, transformando culturas organizacionais e oferecendo ferramentas essenciais para a evolução sustentável de colaboradores, times, líderes, executivos e da própria empresa que, por sua vez, adquire o aumento da motivação, produtividade e lucratividade.
De acordo com a indicação do coach Thomas Crane, publicada em artigo da Business Coaching Woldwide eZine, são sete os aspectos que diferenciam as organizações que obtiveram e utilizaram as técnicas do coaching das demais:
1. Liderança exemplar
Vistos e utilizados como modelos positivos, os líderes usam o coaching para gerar uma comunicação efetiva e habilidosa, promovem mudanças, geram motivação e inspiram a ação dos colaboradores.
2. Responsabilidade de servir e colaborar
O coaching expande os canais de comunicação e os feedbacks tornam-se verdadeiramente eficazes. Todos entendem sua missão e responsabilidade em servir a empresa, o cliente ou consumidor, atuando proativamente neste sentido.
3. Sinergia vertical e horizontal
O processo traz ferramentas assertivas para criar uma rede de relacionamentos que flui em todos os níveis da organização: entre pessoas da mesma equipe, de outros departamentos e de cima para baixo na hierarquia.
4. Times confiantes e energizados
Quando as equipes aprendem o processo de coaching criam uma relação baseada na confiança e impulsionam uma parceria colaborativa, elevando o compromisso com o sucesso e, automaticamente, conduzidos a alta performance.
5. Transformação e melhoria constante
O coaching acelera a curva de aprendizagem, tanto individual quanto em grupos, porque evidencia reflexões e consequências de suas ações e conhecimentos. Promove o engajamento, contribui na melhoria e a rapidez nas tomadas de decisões e na implantação de mudanças.
6. RH alinhado e integrado
Todos os recursos de RH como a aquisição de talentos, orientação, treinamentos, avaliação de performance, programas de reconhecimento/promoções, entre outros, são alinhados com as estratégias e valores da empresa. Os membros da instituição têm seus planos de carreiras e desenvolvimento levados a sério e revistos anualmente, impactando na motivação e no comportamento de todos.
7. O coaching de forma prática e comum a todos
A cultura de coaching adota abordagem e metodologia distinta, facilmente reconhecida e entendida. Uma vez adquirido, o processo mantém a comunicação mais efetiva e os objetivos identificáveis e compartilháveis.

A Sociedade Brasileira de Coaching® trouxe o coaching para o Brasil em 1999 e, desde então, é responsável pela formação de mais de 10 mil coaches no país, mantendo sua liderança no segmento e oferecendo treinamentos altamente benéficos para pessoas, empresas e sociedade.
O treinamento Personal & Professional Coaching é o carro chefe e oferece metodologia exclusiva, abordando técnicas e ferramentas precisas para aperfeiçoar e valoriza o capital humano, bem como despertar talentos e liderança em indivíduos, estimulando o desenvolvimento contínuo de pessoas e organizações.
São seis dias capacitação abarcando ferramentas efetivas para aperfeiçoar competências e direcionar, de forma rápida e assertiva, milhares de pessoas e organização ao sucesso de suas ações.
fonte:http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Agência realiza sorteio de relatores

A Anatel realiza nesta segunda-feira, 4, às 16h, o sorteio de relatores de matérias a serem deliberadas pelo Conselho Diretor em suas próximas reuniões.
Acesse a página inicial do portal Os sorteios podem ser acompanhados ao vivo pelo público, por meio de um telão instalado na Sala de Imprensa Carlos Eduardo Zanatta na sede da Agência (bloco H, segundo andar, ala sul).
A próxima reunião ocorre na quinta-feira, 7, a partir das 15h, no Espaço Cultural Anatel, e qualquer interessado poderá acompanhá-la, ao vivo, no local ou por meio da internet.
fonte:http://www.anatel.gov.br/

domingo, 3 de agosto de 2014

Os Caça Fantasmas 3: Paul Feig é o favorito para comandar um filme repleto de surpresas

Àqueles que mal podem esperar para ouvir o inesquecível tema “Ghostbusters!” ecoar pelo cinema, uma boa notícia: a produção de Os Caça Fantasmas 3 segue “muito bem, obrigado”, e hoje tem mais um diretor num páreo que antes apontava apenas para Ruben Fleischer (Caça aos Gângsteres) e a dupla de Uma Aventura LegoPhil Lord e Christopher Miller. Segundo o The Hollywood Reporter, Paul Feig é o favorito da Sony Pictures para assumir a direção do novo filme da franquia. E isso nao é tudo!
Se diretores de filmes como Zumbilândia e Anjos da Lei 2 soavam muito bons para comandar um longa de aventura e comédia, Feig surge como o nome mais apropriado para retomar a franquia por conta de um fato surpreendente: o novo filme da série será um reboot com um elenco principal feminino. Isso aí, agora os algozes de entidades sobrenaturais podem ser As Caça Fantasmas!
Segundo as fontes do THR, o diretor de Missão Madrinha de Casamento e As Bem-Armadas é a primeira escolha da Sony. Feig, por sua vez, já teria demonstrado interesse em dirigir o longa-metragem. No entanto, as negociações ainda se encontram na zona da casualidade, e o estúdio se negou a confirmar os rumores.
A aguardada sequência de Os Caça Fantasmas sofreu duro golpe com a morte de Harold Ramis, o Dr. Egon da nostálgica cinessérie. O falecimento do amigo levara o diretor dos dois primeiros filmes, Ivan Reitman, a abandonar o projeto. Bill Murray (Dr. Peter) também sempre se manteve alheio ao novoGhostbusters. Ou seja: o contexto torna as informações não oficiais aventadas pelo THR bem plausíveis, e passíveis de confirmação pela Sony em breve.
Apesar de toda essa indefinição, Dan Aykroyd (Dr. Raymond) confirmou o andamento da produção, durante a Comic-Con 2014, e que sua data de início estaria marcada para a primavera do hemisfério norte (a partir de março de 2015). A data de estreia ou a trama de Os Caça Fantasmas 3 ainda são incertos. O roteiro – em sua primeira versão – foi escrito por Lee Eisenberg eGene Stupnitsky.
fonTe:http://www.adorocinema.com/

sábado, 2 de agosto de 2014

Canal pequeno no youtube se apresenta em evento grande


Canal Sem Talento um canal no youtube de jovens de menos de 18 anos, o canal tem menos de 2000 inscritos e se apresenta em um evento grande de animê.
Muito estranho um canal tão pequeno se apresentar em um evento grande sendo que tem poucos inscritos e que não seja conhecido, mas em compensação a galera que estava no evento foi ao delírio com a apresentação do canal, o canal deu até entrevista para outro canal no youtube.
A galera do Canal Sem Talento diz: Foi uma sorte a gente estar aqui hoje, pois é uma ótima oportunidade pra galera reconhecer meu canal.




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

o blog esta parado para algumas reformas no blog

sábado, 26 de julho de 2014

Brasil fecha junho de 2014 com 275,71 milhões de acessos móveis 24 de Julho de 2014

O Brasil fechou junho de 2014 com 275,71 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 136,06 acessos por 100 habitantes. Em junho, houve um acréscimo de 255,08 mil linhas.
No sexto mês de 2014, os acessos pré-pagos totalizavam 212,27 milhões (76,99% do total) e os pós-pagos 63,44 milhões (23,01%). A banda larga móvel totalizou 128,49 milhões de acessos1, dos quais 3,27 milhões eram terminais 4G.
A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados", no portal da Agência na internet (www.anatel.gov.br). Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados refletem os dados disponíveis em 24 de julho de 2014 e podem sofrer alterações.
A teledensidade2 em junho de 2014 foi de 136,06. No quadro abaixo é apresentada a teledensidade da telefonia móvel nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.
Acessos em OperaçãoDensidade (acessos por 100 habitantes)
Brasil275.706.913136,06
Distrito Federal6.217.434218,71
Goiás9.420.591144,58
Mato Grosso4.687.272145,58
Mato Grosso do Sul3.804.241145,36
Total da Região Centro-Oeste24.129.538158,79
Alagoas4.053.425122,11
Bahia18.343.075121,33
Ceará11.258.991127,33
Maranhão6.472.37494,63
Paraíba5.007.630127,14
Pernambuco12.739.853137,43
Piauí4.008.874125,51
Rio Grande do Norte4.577.858134,41
Sergipe2.693.337121,44
Total da Região Nordeste69.155.417123,17
Acre907.559115,06
Amapá926.982123,58
Amazonas4.111.848106,31
Pará9.213.849114,31
Rondônia2.404.443137,64
Roraima507.949102,14
Tocantins1.962.242131,23
Total da Região Norte20.034.872116,44
Espírito Santo4.489.577115,72
Minas Gerais26.438.992127,59
Rio de Janeiro24.425.890148,39
São Paulo66.668.885151,45
Total da Região Sudeste122.023.344143,41
Paraná14.903.924134,53
Rio Grande do Sul16.498.859147,16
Santa Catarina8.960.959133,40
Total da Região Sul40.363.742139,15
Os dois quadros a seguir apresentam o market share do serviço móvel no Brasil.
Quantitativo de acessos móveis (2014)
Grupo EconômicoJaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunho
Vivo77.745.60978.046.75678.465.14978.550.30879.188.07979.357.354
Tim73.542.52173.641.35973.916.80573.871.04874.467.84574.202.921
Claro69.033.21768.941.69468.748.90768.490.92168.755.38068.775.877
Oi50.435.85250.367.60950.579.49250.671.00750.854.59551.081.121
Algar (CTBC)1.024.6991.042.1241.058.1941.073.6651.089.3371.100.674
Nextel410.553523.736656.825786.045936.4741.024.289
Portoseguro (autorizada de rede virtual)101.614103.254104.112104.545108.773112.092
Sercomtel59.17656.73153.99251.42851.34952.585
Participação de mercado (2014)
Grupo EconômicoJaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunho
Vivo28,55%28,62%28,68%28,71%28,75%28,78%
Tim27,00%27,00%27,02%27,00%27,03%26,91%
Claro25,35%25,28%25,13%25,03%24,96%24,95%
Oi18,52%18,47%18,49%18,52%18,46%18,53%
Algar (CTBC)0,38%0,38%0,39%0,39%0,40%0,40%
Nextel0,15%0,19%0,24%0,29%0,34%0,37%
Portoseguro (autorizada de rede virtual)0,04%0,04%0,04%0,04%0,04%0,04%
Sercomtel0,02%0,02%0,02%0,02%0,02%0,02%
As tabelas abaixo mostram a distribuição de acessos móveis por tecnologia, em números absolutos e em participação percentual em relação à base de assinantes. A quantidade e a participação percentual dos acessos 2G (GSM e CDMA) vêm sofrendo redução constante com o avanço das demais tecnologias (3G - terminais de dados banda larga e WCDMA; e 4G - LTE).
Acessos por tecnologia (2014)
TecnologiaJaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunho
GSM157.558.379154.033.719150.479.277146.343.016142.796.331138.104.023
WCDMA97.839.346101.407.992105.402.214109.054.231113.995.590118.474.236
M2M8.378.4028.482.2818.668.7728.823.4929.005.9079.100.913
Dados Banda Larga6.990.2986.957.8706.936.9636.866.2536.808.7196.742.772
LTE1.566.3621.822.0262.077.6472.494.3242.829.1183.270.375
CDMA20.45419.37518.60317.65116.16714.594
Proporção de acessos por tecnologia (2014)
TecnologiaJaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunho
GSM57,85%56,48%55,00%53,49%51,84%50,09%
WCDMA35,92%37,18%38,53%39,86%41,38%42,97%
M2M3,08%3,11%3,17%3,22%3,27%3,30%
Dados Banda Larga2,57%2,55%2,54%2,51%2,47%2,45%
LTE0,58%0,67%0,76%0,91%1,03%1,19%
CDMA0,01%0,01%0,01%0,01%0,01%0,01%
1 O número de terminais definidos como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA (3G), LTE (4G) e terminais de dados banda larga (modens 3G e tablets, por exemplo). Os terminais de dados M2M (máquinas de cartões de crédito e débito habilitados nas redes das operadoras, por exemplo) não são classificados como banda larga. O número de terminais 2G é o somatório das tecnologias GSM e CDMA.
2 A partir de janeiro de 2014, a teledensidade está sendo calculada com a revisão 2013 da projeção mensal da população realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).