A revista norte-americana "Forbes", famosa por seu ranking anual de bilionários, anunciou em pouco mais de um mês ter descoberto seis novos nomes brasileiros para integrar a lista.
Em dezembro, a "Forbes" anunciou a inclusão dos três sócios da WEG, produtora catarinense de equipamentos e componentes eletrônicos, em seu rol de bilionários.
No início deste mês, Alexandre Grendene Bartelle, um dos fundadores da Grendene (GRND3), também foi anunciado pela revista como um bilionário que deve entrar no ranking.
A fortuna de Grendene não se restringe apenas à marca de calçados, da qual tem uma fatia de 41%. O empresário também possui 40% de uma fabricante de móveis, além de participação em hotéis, cassinos fora do Brasil e na produção de açúcar.
Outro empresário que entrou na lista da revista foi o curitibano Miguel Krigsner, dono de O Boticário, a maior rede de franquias do país.
Ele tem uma fortuna estimada em US$ 2,7 bilhões, segundo a revista. Krigsner fundou a empresa nos anos 70 na cidade de São José dos Pinhais, no Paraná, junto com seu genro Artur Grynbaum, e a tornou a segunda maior companhia de cosméticos do Brasil, atrás apenas da Natura.
O dono de outra franquia, a Wizard, fecha a lista dos brasileiros bilionários que devem passar a compor o ranking da "Forbes".
Carlos Wizard, fundador da escola de línguas Wizard, conseguiu essa inclusão depois de vender sua participação no Grupo Multi, a maior rede de ensino de idiomas para adultos do Brasil, para a britânica Pearson, por US$ 720 milhões (R$ 1,7 bilhão).








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